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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

W.H.Y.?

Oh! Ninguém cai! - diziam elas, chateadas, a olhar para a pista de gelo.
É a história da minha vida. Ninguém 'cai'... por mim. - disse eu.

Tenho esta frase em repeat desde sexta feira na minha cabeça. Parece tão honesto da minha parte tê-lo dito e parece que o modo repeat serve apenas para não deixar a calma instalar-se na minha cabeça.

"Eu lembrei-me nesse momento, que não importa quanto amor consegues dar; mas o quanto o coração deles consegue receber"

Imagem retirada do instagram "Thegoodquote.co". Sigam-no. Tem as melhores frases que já vi.
Não detenho quaisquer direitos sobre a imagem.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Uma nova ela

E o mundo das mulheres... o do género feminino vá, ganhou uma nova ela. O mais famoso ursinho viciado em mel do mundo, é afinal uma ursinha! Pois é, o Winnie the Pooh é A Winnie the Pooh.

Lindsay Mattick, bisneta do tenente/veterinário Harry Colebourn, diz no seu livro "Finding Winnie" que o seu bisavô comprou um urso preto do género feminino para o filho, mas quando se mudou para França deixou o urso aos cuidados do Jardim Zoológico de Londres. Foi assim que A.A.Milne, criador das histórias do Winnie the Pooh, se inspirou, pois o seu filho Christopher Robin (o melhor amigo da personagem) visitava constantemente Winnie no Zoo.
Para além disso, Lindasy Mattick revela que o nome de Winnie foi inspirado na cidade de Winnipeg, no Canadá.

O que eu acho estranho é só termos percebido agora: nenhum homem que se preze tem tantos desejos por um alimento como aquele urso. Só podia ser gaja! 

Este post foi escrito após visualização de artigo no site do SapoMagazzine. Não detenho quaisquer direitos pela imagem.

O Futuro começa Hoje


Comecei o blog. Tenho pesquisado imenso acerca da iniciação aos blogs e visto a história de outros blogs e percebi, que para além de ser um projecto trabalhoso, é um projecto que poderá ser levado a bom porto num médio/longo prazo.
Ao contrário de alguns projectos, que o seu pico de sucesso se alcança imediatamente a seguir ao seu inicio, um blog tem altos e baixos e o começo é o seu pico mais baixo.
Tenho 26 anos e o futuro é algo que me assusta e é algo que respeito seriamente. Não tenho emprego, mas essa nem é a principal razão para me assustar. É a ideia do desconhecido. Sei que a trabalhar e a dar o nosso melhor no presente esse desconhecido torna-se um pouco mais visível, mas tudo continua a ser incerto. É essa incerteza que me faz respeitá-lo. Tudo parecer bem e estável e de repente, tudo desmoronar. É uma 'responsabilidade' que eu não gostaria de carregar nos ombros, ao contrário de todos aqueles filmes de controlo do futuro e viajar para o futuro e ver com os nossos próprios olhos o nosso eu futuro. Acho que o prazer está em viver o presente com o conhecimento que temos de nós agora. 

Decidi iniciar um blog não pela desculpa mais vista: "estou desempregada e preciso ocupar o meu tempo", mas porque precisava falar... falar acerca de tudo o que me passa pela cabeça. Aquela ideia que estou a ficar maluca já me passou pela cabeça, mas acho que toda a mulher se sente assim numa ou outra fase da nossa vida. Tudo parece a mexer-se a velocidade mil e nós parecemos estagnadas. Todos passam pelo mesmo, eventualmente, sendo mulher ou homem. Mais importante que falar... é o ouvir opiniões de pessoas que não vivem no meu habitat, sabem?! Aquela ideia de "quem está de fora, dá melhores conselhos". E o gosto pela mente feminina... ah! como eu gosto disso. Já repararam que uma mulher está sempre a falar? Mesmo as mais caladinhas, mentalmente, é um corropio de falas. Falamos que nos desunhamos e chegamos a ficar sem fôlego de o fazermos. É fascinante. Isso não quer dizer que seja fascinante o que a minha mente vai transmitir neste blog, mas uma gaja tenta.